Audioquest Faz Apresentação Energética na Esotérico

Apresentação viu destaque a produtos Niagara

A edição de Janeiro/Fevereiro 2018 da Audio & Cinema em Casa contém um artigo sobre a apresentação feita pela Audioquest nas instalações da Smartstores a convite da Esotérico.

“(…)Adam Shaw-Cotterill, da Audioquest, esteve recentemente em Portugal para (…) falar em pormenor sobre as propostas da AudioQuest na área da alimentação de sector dos equipamentos de áudio. E, se existe área a que o conhecido fabricante de cabos e acessórios tenha dado especial atenção nos últimos anos, não há duvida de que quer a filtragem de sector, quer a produção de cabos de alimentação ocupam posição destacada.(…)

(…)Foram destacados detalhes tais como a excelente qualidade de contacto das tomadas usadas nestes equipamentos, bem como o facto de o Niagara 7000 estar equipado com dois transformadores de isolamento com enrolamentos secundários do tipo balanceado (com o ponto central ligado a terra) para cancelamento de ruido. Estes transformadores alimentam, cada um deles, quatro tomadas destinadas a alimentação de fontes e equipamentos de baixo consumo. Foi igualmente dado destaque a nova gama Storm de cabos de alimentação, constituída pelos modelos Tunder, Tornado, Hurricane e Dragon, o mais caro. Tem todos uma impedância característica extremamente baixa e podem ainda ser fornecidos nas versões High-Current, para amplificadores de potência, e Source, para equipamentos de menor consumo.(…)

E passamos em seguida ao segundo sistema, instalado no auditório maior da Esotérico, e constituído por: colunas Focal Sopra N. 3, amplificadores de potência Electrocompaniet Ampliwire 180, prévio EC 4.8 e leitor de media ECM 2, da mesma marca, e leitor digital NAD M50.2. A musica vinha maioritariamente do serviço de streaming Tidal. E aqui, em face da qualidade do sistema, foi-se para uma solução em que o custo não era uma limitação: possibilidade de comparação entre os Niagara 5000 e 7000, com recurso a cabos de alimentação que iam dos Hurricane aos Dragon. E, para quem como eu já conviveu algum tempo com o Niágara 5000, foi revelador descobrir que era possível perceber um salto de desempenho perfeitamente detetável quando se passou para o 7000.(…)”