“Pro-Ject Stereo Box RS e Stereo Box DS3 num teste lado a lado”
“Há muito que a Pro-Ject deixou de ser apenas um fabricante de gira-discos. Heinz Lichtenegger, fundador e CEO da marca, é um audiófilo assumido e sempre defendeu a ideia de que um sistema completo deve poder ser construído exclusivamente com componentes Pro-Ject. A gama atual comprova essa ambição: pré-amplificadores phono, leitores de CD, amplificadores de auscultadores, amplificadores integrados, pré-amplificadores, amplificadores de potência e monoblocos, DACs, streamers, recetores, sintonizadores e caixas multimédia. Tudo isto integrado na filosofia Box Design — aparelhos compactos, empilháveis e visualmente coerentes. Bem-vindos ao universo Pro-Ject. (…)
O Stereo Box RS representa a interpretação da Pro-Ject de um amplificador estéreo clássico. (…)
Já o Stereo Box DS3 aposta numa abordagem mais contemporânea. (…)
Em Tin Pan Alley, de Stevie Ray Vaughan, ouvido a volumes generosos, o Stereo Box RS libertou um blues cru e eletricamente carregado, impossível de ignorar sem acompanhar com o pé. (…)
O Stereo Box DS3, por sua vez, materializa a visão moderna de um amplificador integrado clássico (…) Com potência abundante, conectividade alargada e construção exemplar, é um verdadeiro centro nevrálgico para sistemas compactos de elevada qualidade. (…)
Compacto nas dimensões, mas generoso em potência e desempenho, o Pro-Ject Stereo Box RS é um amplificador notável, com excelente qualidade de construção e um carácter sonoro maduro e envolvente. (…)”
por Fernando Marques | MÚSICA & SOM

